Durinho prevê luta dura contra sensação do UFC e revela dicas de Usman

Gilbert Burns, o Durinho, entra no octógono amanhã contra Khamzat Chimaev, na categoria peso meio-médio (até 77,1 kg), no card principal do UFC 273. O brasileiro enfrenta o sueco que é considerado uma das sensações dessa nova geração da organização —seu cartel no MMA é de dez lutas e dez vitórias.

A última luta de Durinho aconteceu no dia 10 de julho do ano passado, quando venceu por decisão unânime o norte-americano Stephen Thompson. Ele é o 2º do ranking da categoria, enquanto Chimaev é apenas o 11º. Em entrevista ao UOL Esporte, o tricampeão mundial de jiu-jitsu explicou por que aceitou uma luta contra alguém que não está tão bem posicionado no peso meio-médio.

“Estava bem difícil encontrar um oponente para mim, eu estava desde julho sem lutar. Acho o Chimaev um adversário muito duro. O UFC está fazendo muito isso, o [Alex] Poatan nem está no ranking e vai pegar o número 5 [Sean Strickland]”, afirmou.

“A organização está acelerando os contenders, e eu aceitei. Acho uma luta dura, bem arriscada, mas qualquer oponente agora, qualquer vitória, vai me colocar perto do cinturão. Ele tem esse hype, todo mundo falando dele. Uma vitória surpreendente me coloca perto do cinturão. Eu quero ser campeão, quero lutar e vencer bem”, acrescentou.

O dono do cinturão da categoria de Durinho é Kamaru Usman. O nigeriano tem 15 vitórias seguidas no meio-médio, e já defendeu seu título em cinco oportunidades —em uma delas, venceu Durinho com um nocaute técnico no terceiro round, em fevereiro do ano passado.

Gilbert e Usman foram companheiros de treino por muito tempo. O brasileiro disse que um dia recebeu uma mensagem do lutador africano, perguntando se ele podia treinar um dia com ele. Durinho o convidou, e revelou que recebeu dicas do campeão para a luta contra Chimaev.

“O Kamaru [Usman] mora na Flórida, ele fica lá com a filha. Ele perguntou se podia ir treinar comigo e depois de um treino, ele ficou vendo meu treino e ficou me dando alguns toques, mas nada demais. Ele ganhou, respeito ele até mais por ter ganho. A gente tem um relacionamento bom”, lembrou.

Para Durinho, o revés contra Usman foi algo muito positivo em sua carreira. O brasileiro de 35 anos acredita que a derrota o fez crescer como atleta e como pessoa.

“É difícil pensar em outras lutas. Mas tive aprendizado muito grande com o Kamaru, foi uma derrota muito boa para minha carreira —como pessoa e atleta, foi tudo enriquecedor. Estou pronto para ser campeão, tenho que passar pelo Chimaev primeiro, mas o objetivo é ser campeão. Eu não estou atrás de uma revanche contra o Kamaru. Quero ser campeão, se ele tiver lá, vamos nos enfrentar”, concluiu.

O UFC 273 acontece neste sábado (9), na VyStar Veterans Memorial Arena em Jacksonville, Flórida, Estados Unidos. Além de Durinho, Mackenzie Dernn e Daniel Santos representam o Brasil no evento —as lutas principais são pelos cinturões do peso-galo [Aljamain Sterling x Petr Yan] e do peso-pena [Alexander Volkanovski x Chan Sung Jung].

Durinho prevê luta dura contra sensação do UFC e revela dicas de Usman

Gilbert Burns, o Durinho, entra no octógono amanhã contra Khamzat Chimaev, na categoria peso meio-médio (até 77,1 kg), no card principal do UFC 273. O brasileiro enfrenta o sueco que é considerado uma das sensações dessa nova geração da organização —seu cartel no MMA é de dez lutas e dez vitórias.

A última luta de Durinho aconteceu no dia 10 de julho do ano passado, quando venceu por decisão unânime o norte-americano Stephen Thompson. Ele é o 2º do ranking da categoria, enquanto Chimaev é apenas o 11º. Em entrevista ao UOL Esporte, o tricampeão mundial de jiu-jitsu explicou por que aceitou uma luta contra alguém que não está tão bem posicionado no peso meio-médio.

“Estava bem difícil encontrar um oponente para mim, eu estava desde julho sem lutar. Acho o Chimaev um adversário muito duro. O UFC está fazendo muito isso, o [Alex] Poatan nem está no ranking e vai pegar o número 5 [Sean Strickland]”, afirmou.

“A organização está acelerando os contenders, e eu aceitei. Acho uma luta dura, bem arriscada, mas qualquer oponente agora, qualquer vitória, vai me colocar perto do cinturão. Ele tem esse hype, todo mundo falando dele. Uma vitória surpreendente me coloca perto do cinturão. Eu quero ser campeão, quero lutar e vencer bem”, acrescentou.

O dono do cinturão da categoria de Durinho é Kamaru Usman. O nigeriano tem 15 vitórias seguidas no meio-médio, e já defendeu seu título em cinco oportunidades —em uma delas, venceu Durinho com um nocaute técnico no terceiro round, em fevereiro do ano passado.

Gilbert e Usman foram companheiros de treino por muito tempo. O brasileiro disse que um dia recebeu uma mensagem do lutador africano, perguntando se ele podia treinar um dia com ele. Durinho o convidou, e revelou que recebeu dicas do campeão para a luta contra Chimaev.

“O Kamaru [Usman] mora na Flórida, ele fica lá com a filha. Ele perguntou se podia ir treinar comigo e depois de um treino, ele ficou vendo meu treino e ficou me dando alguns toques, mas nada demais. Ele ganhou, respeito ele até mais por ter ganho. A gente tem um relacionamento bom”, lembrou.

Para Durinho, o revés contra Usman foi algo muito positivo em sua carreira. O brasileiro de 35 anos acredita que a derrota o fez crescer como atleta e como pessoa.

“É difícil pensar em outras lutas. Mas tive aprendizado muito grande com o Kamaru, foi uma derrota muito boa para minha carreira —como pessoa e atleta, foi tudo enriquecedor. Estou pronto para ser campeão, tenho que passar pelo Chimaev primeiro, mas o objetivo é ser campeão. Eu não estou atrás de uma revanche contra o Kamaru. Quero ser campeão, se ele tiver lá, vamos nos enfrentar”, concluiu.

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